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Cachorro idoso: 8 dicas para cuidar do seu cão de idade

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É natural: os animais também envelhecem com o passar dos anos. E, como nós, eles são impactados fisicamente pelas mudanças causadas pelo passar dos anos. Se você tem um cachorro idoso, é provável que já tinha notado que ele não é mais o mesmo de um tempo atrás. Por isso, é muito importante entender esse processo e ajudá-los a passar pela velhice com muito conforto e amor.

Como identificar que o cão se tornou um cachorro idoso

O primeiro sinal é clássico: os cães também ficam grisalhos! Isto é: os pelos começam esbranquiçar na região ao redor dos olhos e do focinho. Além desse, outros fatores devem ser levados em consideração. O histórico de saúde do animal e a raça, por exemplo. O que se sabe atualmente é que cães, no geral, podem ser considerados idosos quando completam 8 anos. Porém, a partir dos 12 anos, os cuidados devem ser ainda maiores.

Apesar da idade, você deve ter em mente que um cachorro idoso não é um animal doente. Inclusive, muitos continuam ativos e saudáveis. A velhice, na verdade, está relacionada a cuidados extras, prevenção e algumas limitações. Os 8 pontos de atenção para cuidar de um cachorro idoso são:

  1. Alimentação
  2. Mobilidade
  3. Passeios, brincadeiras e atividades
  4. Hora do sono
  5. Exposição à mudança de temperatura
  6. Convivência com outros pets
  7. Rotina de visitas ao veterinários
  8. Muito amor e paciência

Confira abaixo cada um deles explicado em 8 dicas para cuidar do seu cachorro idoso!

Como cuidar de um cachorro idoso

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1. Alimentação 🍴

Cachorros idosos têm o ritmo da digestão e da absorção de alimentos diminuído. Isso faz com que eles precisem se alimentar com uma porção diária de ração de fácil digestão, além de ter uma alimentação mais saudável e rica em proteínas.

Para cães que já estiverem sem alguns dentinhos ou com problemas dentários, o ideal é apostar em alimentos mais pastosos. Você pode, inclusive, esquentar um pouco de água, colocar na ração do seu cãozinho para que ela amoleça e depois dar a ele.

Lembre-se de sempre consultar o veterinário antes de trocar ou substituir a alimentação dele! Além disso, é importante observar se o cachorro está realmente comendo. Caso ele fique por volta de 12 horas sem se alimentar, fique de olho. Se o prazo se estender para 24h, leve-o ao veterinário o quanto antes.

2. Mobilidade 🐩

Como resultado da idade avançada, problemas como artrite, artrose, problemas nas juntas, na coluna etc podem aparece. Em decorrência disso, os cachorros idosos podem ficar com a mobilidade reduzida. É importante entender isso pois um cachorro idoso não irá circular, correr e brincar tanto quanto outros.

Portanto, seja cuidadoso e tente manter a caminha ou casinha próxima ao comedouro e bebedouro. Lembre-se de também facilitar o acesso para o local onde ele faz as necessidades.

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3. Passeios, brincadeiras e atividades 🏈

Justamente pela questão da mobilidade, a rotina de atividades do cachorro também muda. Mesmo com a idade avançada, se estiver em boas condições, o cãozinho deve seguir com seus passeios e brincadeiras. Mas o cuidado deverá ser maior: diminuir a intensidade, a quantidade e a duração das atividades, adaptando-as de forma que o cachorro consiga acompanhar.

Mas a rotina de atividades é super importantes, tanto para cãezinhos já ativos como para os que não eram. Dessa forma, os habituados com as caminhadas poderão continuar se exercitando e mantendo o peso. No entanto, se ele não for acostumado a fazer exercícios com frequência, comece com caminhadas curtas e regulares. O importante, porém, é não ficar parado. Se você não consegue manter essa rotina de exercício com seu cachorro tanto quanto ele precisa, procure um passeador!

4. Hora do sono 💤

Um cachorro idoso tende a dormir mais e passar mais tempo deitado. Por isso, não espere que um animal velhinho tenha a mesma disposição que um cão mais jovem. É provável que ele irá querer repousar mais e ficar no seu próprio cantinho. Saiba respeitar as sonecas dele!

5. Exposição à mudança de temperatura ☀

Eles também são mais sensíveis a mudanças bruscas de temperatura. Por isso, mantenha a caminha e os pertences deles sempre em locais arejados, longe de correntes de vento e de contato direto com o sol. Dessa forma, você evitará possíveis mal-estares e doenças.

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6. Convivência com outros pets 🐶

Alguns cachorros idosos podem não querer contato com outros animais, tanto pela questão da mobilidade quanto por não terem mais tanta disposição. Por isso, evite deixá-los com pets muito agitados, brincalhões ou que não estejam acostumados a conviver com um “vovô”.

Isso pode estressar o cãozinho mais velho, cansá-lo e até fazer com que ele tenha atitudes agressivas por se sentir acuado ou com o espaço invadido.

7. Rotina de visitas ao veterinário 🏥

Assim como os humanos, cachorros idosos também podem precisar ir ao médico com mais frequência. Isso porque eles precisam acompanhar o estado de saúde e fazer exames periodicamente. O ideal é que eles passem por consultas no veterinário pelo menos de 6 em 6 meses. Isso ajudará a detectar e prevenir possíveis doenças decorrentes da idade.

8. Muito amor e paciência 💖

Todos nós, tanto humanos quanto cachorros, chegaremos num ponto da vida em que teremos limitações. Por isso, seja muito paciente com esse cachorro idoso! Entenda que ele está numa fase nova e, portanto, também está se ambientando a ela. Toda a sua atenção e seu amor serão necessários para que você e o cãozinho aprendam um pouco mais sobre os cuidados na “melhor idade”. Dessa forma, vocês passarão por essa fase mais companheiros do que nunca!

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Comentários

  1. Olá, tudo bem? Eu tenho um cachorro que faz muita bagunça, hoje mesmo ele deu uma mordida no meu sofá e fez um estrago. Eu estou procurando o máximo de dicas pra fazer o meu cão ser mais comportado, pois ele não tá nem ai com nada. É só eu sair um pouquinho de casa que ele faz a festa. Eu não brigo com ele, pois eu gosto muito dele, mas eu queria que ele fosse mais comportado. Você pode me ajudar? Ou me dar um concelho? Muito obrigada

    20 de janeiro de 2017

    • Olá, Mariana! O ideal, nestes casos, é procurar um adestrador canino. Esse profissional poderá te ajudar a entender melhor o comportamento do seu amigo peludo e te orientar sobre como agir em determinadas situações.

      26 de janeiro de 2017

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